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Suicídio - Sua vida importa!

13 de set. de 2024
4 min de leitura

Nenhuma tempestade dura pra sempre!

Procure ajuda, fale com amigos e familiares, busque o CVV pelo 188 e inicie sua terapia!

No Brasil certa de 14 mil pessoas comentem suicídio anualmente, média de 38 por dia. E no mundo 700 mil casos ao ano ocorrem em  média.


O suicídio vem de uma dor física ou psicológica, que leva o indivíduo à conclusão de que Vida não vale mais a pena, podendo atentar contra sua vida.


O terapeuta pode ajudar a ver que vale a pena sim, você apenas não está enxergando isso.


A ideação suicida pode ter um estágio inicial: fala que não se sente bem, que não vê sentido nas coisas, diz que a vida não vale a pena, que a forma que está não acha legal e não dá mais pra viver assim.


Até que isso pode criar mais raízes e ir pra uma ideação suicida em estágio 2 que envolve o planejamento: A maioria não chega aqui (apenas a média de 1 em cada 3) e se chegou é algo a se observar atentamente. Pode ser aqui um pensamento em linhas gerais do método e forma, evoluindo a um agravamento que começa a ter ações, como por exemplo pesquisar na internet maneiras de cometer algum ato, maneiras indolores ou semelhantes, compra de algum item e etc.

Feito um planejamento é alguém de risco importante que pode realizar uma tentativa de suicídio.


Havendo uma pessoa com o estágio 3 que seria alguém que teve tentativa, é ainda mais grave, devido as chances de repetição com êxito.

As formas mais comuns são ingestão de medicação, altura e arma de fogo. E quanto mais violento o planejamento mais requer atenção pois tende a cumprir mais facilmente devido a seu abalo ainda maior.


Falar disso com o paciente, perguntando sobre o assunto é fundamental, assim poderá entender seu momento e será mais fácil trabalhar isso.


A pergunta se já passou pela cabeça cometer suicídio, se já planejou ou fez algo, pode ser difícil ao paciente lidar, mas essencial em uma consulta.

Então, não se assuste se esse tema vier a tona em sua consulta!


A terapia pode ser fundamental a um paciente em situação de risco suicida, podendo fazer diferença!


Em crianças vemos ocorrer de forma mais comum por vulnerabilidade, falta de estímulos, abusos sexuais e físicos e má nutrição.


Na adolescência o mais comuns motivos são: socialização, bullying, isolamento social, transtornos depressivos, ansiedade, álcool e drogas experimentação, processo neural que faz sair da adolescência para vida adulta, que fica mais forte o cortex frontal e pré frontal que são áreas que ajudam a controlar impulsos, moldar emoções e planejar ações, e essa transição envolve sofrimento.


Nos idosos mais comum é por depressão, doenças físicas e perda de pessoas próximas.


È importante dizer que internamento em casos mais graves pode ajudar, mas assim como fazer terapia, não é uma garantir de que a pessoa não irá cometer suicídio, o internamento também não é garantia.


A rede de apoio se faz muito importante nesses casos, ou seja, amigos e família, pessoas próximas, que estarão ali para colaboração.


È legal dizer que mulheres cometem mais suicídio que homens.


Algumas populações tem mais vulnerabilidade:  aspecto racial, LGBTQI+, escolaridade, histórico familiar, existência de transtornos mentais, desemprego, acesso mais fácil a arma, uso de drogas e álcool.


Quero destacar que o uso de drogas e álcool pode piorar muito as possibilidades, pois uma pessoa que está impulsiva, usando isso perde ainda mais o controle, oscila emocionalmente e intoxicado pode aumentar o fator de risco.


Nem sempre quem realiza uma tentativa, quer de fato realizar o ato, porém o fato de ter tentativa precisa ser levado muito a sério, pois pode escalar na tentativa.


Quando alguém próximo cometeu suicídio: família, convívio social grande como em empresa, escola, etc, existem chances maiores de uma pessoa próximas também cometer, chamado de efeito contágio.


As principais estratégias e cuidados: Boa avaliação de ideação, plano, tentativas, conhecimento da letalidade do método pensado ou já usado, evidência de desesperança, impulsividade da pessoa, apresentação de aspectos violentos, uso de drogas, álcool ou substancias que alteram o corpo/ mente como hormônios, por exemplo, presença de um transtorno psíquico ou psicótico, aspectos da história de vida já vivenciados, tratamentos feitos conhecer, visualização do social, profissional e econômico da pessoa.


Existirá uma busca de encontro de melhores caminhos junto ao paciente, trabalhando resiliência, habilidade de enfrentamento, medos, trabalho com as impulsividades, ajudar a avaliar até que ponto realmente o mundo é tão hostil que não valeria a pena, ou seja, avaliar a realidade melhor, entender que derrepente pela visão de uma depressão possa parecer pior e com tratamento vai melhorar.


A intervenção quando a pessoa afirma que pretende fazer e ponto, pode ser de acionar o serviço de emergência (polícia militar 190), quebra de sigilo e envolvimento da família, internação / orientação a ir em um hospital. Deve ter um ato profissional além de aguardar a próxima sessão!

 

Se você precisa de ajuda, você pode agendar uma consulta pelo Whatsapp 41996554152 ou www.terapiabrasil.com.br

 

Mas se precisa de algo mais imediato existem o apoio pelo CVV - telefone 188, ou use chat, e-mail pelo site https://cvv.org.br/

 
 
 

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